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Metade das empresas municipais dá prejuízo - JN

Metade das empresas municipais dá prejuízo - JN Se o argumento da sua criação foi o acabar com os "mandriões" que saiam caros ao erário público e "profissionalizar os serviços" fica finalmente reposta a verdade. As EM são agencias de colocação para privatizar, em fase posterior, os serviços com a alienação barata do patrimonio de todos. Os antigos serviços camarários, morosos mas presentes, continham trabalhadores e bem ou mal asseguravam os trabalhos (até porque havia poucos engenheiros e muitos trabalhadores, situação que hoje é totalmente inversa). Divirtam-se quando as ruas forem pertença de companhias de seguro, bança ou até mesmo de gente bem...

Os 98 Mandamentos 13º Episódio

A vitória de Lenine Com o estabelecimento de orçamentos plurianuais (Quinquenais, para ser mais retro) e a internacionalização do orçamento (leia-se PEC) estão criadas as condições da vitória do comunismo na sua plenitude. Um orçamento cujas linhas obrigatórias são emanadas no Comité Supremo e que deveremos cumprir com ferocidade e rigor. Todo aquele que não cumprir será um traidor da classe financeira e monopolista e deverá ser imediatamente decapitado. Talvez que o Estado possa poupar muito dinheiro na contratação de economistas e consultorias externas, uma vez que o orçamento será feito fora do país e de borla… Epílogo Todos diferentes e sempre iguais A revisão do Dr. Passos não vingará na totalidade. Nem é preciso. Serviu para marcar território e diminuir a evidência que todos reconhecem das semelhanças entre PS e PSD. Passos viu onde Sócrates esbarrou e engasgou, as mudanças de trajecto e confrontos que teve. Percebeu que precisa (precisam ambos) de arsenal legal para legitimação...

Os 98 Mandamentos 12º Episódio

Republicanos? Passos Coelho, na sua adolescência, deve ter vivido o fenómeno da AD. Ou pelo menos ter-lhe-ão contado. Aquele tempo glorioso, do Fantastic 3 . E como todo o quarentão passa por um período revival , deve ter achado gira a ideia de contentar os monárquicos, retirando a palavra República a dado trecho e a propósito do dever de protecção das Forças Armadas. Não sei o que lhe vai na alma ou se está mesmo desesperado, imaginando que os 15.000 monárquicos votantes (acredito que metade votou por engano) serão decisivos para a maioria. Para ser assim, preferia que começasse já a falar de sermos um Estado Ibérico…

Os 98 Mandamentos – 11º Episódio

O que vale um referendo O problema central dos referendos em Portugal é a programação absurda a que estão sujeitos. Faz sentido consultar o povo de vez em quando, sobre um tema fracturante? Ou prestaria melhor serviço programar para o período eleitoral Autárquico uma grelha de questões nacionais e locais? Não ficaria mais barato, credível e participado? Sou contra a vinculação tout court . Acho que a vinculação directa de um resultado referendário depende da obtenção de uma maioria de 2/3 dos votantes e participada sempre em mais de 50% da população. Outros resultados dependem da análise e reflexão política antes de uma decisão ou operacionalização final. Sei que com esse critério não teríamos a Lei da IVG, mas neste tema e noutros os governos tem de ter coragem política para assumir os seus programas. Se tem determinado projecto, escusam de se esconder atrás do voto popular para legitimar uma política. No caso do casamento entre pessoas do mesmo sexo foi assim e é assim que deve ser,...