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Acerca de “Seis notas pessoais sobre os resultados do Bloco de Esquerda”, de Fernando Rosas: uma opinião pessoal e absolutamente desinteressada.

Não sendo simpatizante ou militante do BE, revejo-me em algumas causas e princípios, sensibiliza-me alguns processos e interessa-me enquanto espaço de reflexão e reinvenção política. Todavia a acção política do BE suscita alguma dúvida. A mim e a muitos que se revêem em projectos de esquerda que se querem abrangentes, inclusivos e verticais. E é justamente na acção política que acho que o BE se “espalha”. Quer ser visto como uma esquerda nova, diferente e inovadora e esbarra em erros primários de critério político que não se entendem ou que, pelo menos, confundem potenciais interessados. Recusar participar na reunião com o FMI foi um erro de apreciação democrática que até o PCP não cometeu, enviando Carvalho da Silva no seu duplo papel; apoiar Manuel Alegre foi demasiada ambição de aproximação ao poder ou, em tom dramático, “dormir com o inimigo”. Nem o BE nem Alegre poderiam ganhar com uma aproximação a Sócrates (assim como Sócrates nada ganhou com a reconciliação com Alegre), como ...

Mer-Khamis and binational resistance movement - Haaretz Daily Newspaper | Israel News

Lamentavelmente a intolerância marca o caminho de um tempo que chega ao fim. Mer-Khasmis pertencia ao mundo, aos dois lados se quiserem. E morreu em frente ao filho de um ano. Esperemos que o seu filho possa, também ele pertencer ao mundo (aos dois lados) e morra velhinho, de causas naturais, em casa, cercado pelos seus filhos, netos, bisnetos de todo o mundo (que é como quem diz, dos dois lados). Mer-Khamis and binational resistance movement - Haaretz Daily Newspaper Israel News

Rosa de Hiroshima

Cansaço Estes últimos 2 meses foram muito intensos. Não há capacidade para absorver tanto em tão pouco tempo. Por isso quebrei e a vontade de escrever foi para parte incerta. Enquanto não volta a vontade, a cabeça não acalma e a catadupa de coisas não estanca, fica apenas uma pequena homenagem a quem dela precisa.

Propaganda & lies ∞ the Mainstream Media

Monty Python - O idiota do vilarejo (legendado)

Não sei porque, lembrei-me dos Pintos que por aí andam...

As lições árabes

Para que todos os países ditos civilizados, modernos e de suposta tradição democrática tenham uma pequena noção de como serão as novas revoluções que derrubarão velhos e pretensiosos Estados. Não acredito que o populismo faça escola, mesmo que empurrado por esta demente obsessão da comunicação social em continuar a fabricar uma realidade que difere do acontecimento. Por princípio, as revoluções fazem-se para derrotar estruturas ditatoriais. Não quer isso dizer que qualquer confrangedor regime democrático onde se instala o nepotismo e o espírito corporativo auto-protector de grupos dominantes não possa ir pelo mesmo caminho. Não basta pois ser um Estado moderno, bonitinho e arrumado. As populações têm de ser felizes, ter expectativas, sonhos e objectivos. Tem de acreditar que o seu esforço, empenhamento e participação representam algo para si e para o bem comum. A consciência de que todos temos um papel na comunidade e uma vivência partilhada crescerá à medida que a famigerada globali...